O capital circula melhor quando a infraestrutura é boa.
Fundamos a Capitare porque o mercado de capitais brasileiro tem todos os ingredientes pra escala, menos um: infraestrutura que aguente velocidade e custo competitivo. Construímos exatamente isso. Hoje empresas usam a plataforma pra captar capital, antecipar recebíveis e estruturar fundos sem depender do caminho caro e lento do mercado tradicional.
O Brasil tem o capital. Falta a infraestrutura.
O mercado de capitais brasileiro tem um problema estrutural: tudo passa por intermediários que cobram pela fricção que eles mesmos criam. Banco antecipa recebível e fica com o spread. Distribuidor vende produto e fica com a comissão. Administrador de fundo cobra taxa fixa que só faz sentido em volumes grandes.
O resultado é que muita coisa boa nunca acontece: indústria nunca vira originadora do próprio recebível, fundo bom nunca sai do papel, empresa de porte médio nunca capta no mercado público.
A Capitare existe pra resolver isso por baixo. Construímos a infraestrutura técnica e regulatória que permite que essas operações aconteçam em escala, com custo competitivo e sem perder governança.
Não somos banco, não somos gestora, não somos plataforma de investimento. Somos a camada técnica que faz tudo isso funcionar melhor.
De uma tese a uma infraestrutura ativa.
Fundação
A Capitare nasce com a tese de que o mercado de capitais brasileiro precisa de uma camada de infraestrutura própria, não de mais um intermediário. Primeiras conversas com reguladores, parceiros de mercado e empresas piloto.
Primeiras ofertas CVM88
Lançamento do produto de captação via CVM88 com primeiros clientes operando suas próprias ofertas em modelo white label. Validação do modelo de plataforma multi-tenant pra mercado de capitais.
Escala em CVM88
Crescimento acelerado da base de clientes na CVM88, ultrapassando 30 empresas ativas. Estruturação dos primeiros pilotos de antecipação de recebíveis com integração às fontes oficiais.
R$ 1 bilhão tokenizado
Volume acumulado em ofertas reguladas atinge a marca de R$ 1 bilhão. Lançamento oficial do produto SCF com motor de elegibilidade validado pra cartão, duplicatas, CT-e e plantão médico.
Ferramenta FIDC e expansão
Disponibilização da ferramenta FIDC pra gestoras e securitizadoras. Ampliação dos ativos validados, novos segmentos atendidos e parcerias estruturais com players do mercado regulado.
Quatro princípios que guiam o que fazemos.
Validar na fonte
Toda informação que entra no sistema vem de uma fonte oficial. Não confiamos em planilha, não confiamos em declaração. Confiamos no registro independente, na sefaz, na registradora. É o que separa infraestrutura séria de promessa.
Automatizar o que é repetitivo
Decisão binária e repetitiva é problema de software. Decisão estratégica e qualitativa é problema humano. Confundir os dois gera ou custo desnecessário ou risco onde não deveria existir. Separamos com clareza.
Eliminar intermediário sem reduzir governança
Cortar custo é fácil quando você corta também controle. O desafio é manter ou aumentar governança enquanto reduz o número de mãos por onde a operação passa. É o que define a arquitetura da plataforma.
Operar dentro do regulado
Não somos contra o regulado. Operamos dentro dele, com administradores, custodiantes, auditores e órgãos reguladores. Tecnologia que ignora regulação não é inovação, é problema esperando pra acontecer.
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